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Robert diz que candidatura ao Senado é irreversível e lança Firmino ao Karnak
Robert Rios fala sobre futuro dos partidos nas eleições
Fabrício Vieira Teresina - PI
Postada em 08/12/2016 ás 09h28
Robert diz que candidatura ao Senado é irreversível e lança Firmino ao Karnak

O deputado estadual Robert Rios (PDT) voltou a falar nesta quarta-feira (7) que será candidato ao Senado em 2018. A novidade é que a futura candidatura é dada agora por ele como irreversível. Rios tem carta branca do seu partido, mesmo estando a legenda na oposição ou no governo daqui a 2 anos.



"Meu partido me garante a legenda para eu ser candidato ao Senado. O partido respeita meu posicionamento. Pra mim é irreversível: serei candidato em qualquer quadro, dizendo as mesmas coisas", afirmou o parlamentar em entrevista ao Jornal do Piauí.



Se para o Senado a candidatura é dada como certa, Rios sonha agora em ver o prefeito reeleito de Teresina disputando o Palácio de Karnak em 2018. Para ele, o tucano " tem pulso e mão de ferro" para governar o Estado.



"O Firmino hoje é um homem maduro, tem mais de 50 anos. Foi prefeito 3 vezes, vai ser pela quarta vez, é claro que ele quer ser governador do Piauí e tem todos os méritos. O Piauí precisa dele. Nessa crise que está vivendo o Piauí, o homem certo para ser governador é o Firmino. É um economista, um excelente administrador. Tem pulso, mão de ferro nas finanças. Mas eu não estou querendo obrigar ele a ser candidato", avalia Rios.



Para o deputado, Firmino teria até mais chances de ajudar Teresina se chegasse ao Karnak. "Quem governa o Piauí tem mais condição de ajudar Teresina do que quem administra Teresina. Ele (Firmino) tem tudo para ser esse candidato. Eu gostaria de vê-lo candidato. Mas se ele não for, vai aparecer candidato. O que eu não vejo é o Wellington sendo reeleito. Quem será eleito eu não sei", afirmou.



Na opinião de Robert Rios, o cenário político em 2018 não será favorável para o governador por questões nacionais. "A União está se impondo sobre os estados. O PMDB e o PSDB estão tão ligados que não se separam mais. O candidato a presidente vai sair desses partidos, apoiado pelo PSB e PP. Então, eles estarão juntos nacionalmente e nos estados. Não adianta o governador com esta capacidade de fazer alianças, tentar. A paisagem nacional vai se impor nos estados. Ele é capaz de fazer todas as alianças, com todos os partidos, mas isso acaba em 2018", profetiza.



Ao lado do petista em 2018, segundo Rios, apenas o seu partido, PT, além de PDT e PCdoB. 



O Wellington vai ter ao seu lado PT, PDT e PCdoB. O PDT ao que leva  a crer estará com Wellington. Alberto Silva viveu mais de 90 anos e morreu buscando unir os partidos. Ninguém pensa juntar os políticos para A ou para B, só para si. O Alberto Silva queria juntar todos em torno dele, Wellington quer juntar todos em torno dele e assim vai, mas a coisa não funciona", finalizou.


FONTE: Cidade Verde
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